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Robôs X Urnas eletrônicas

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A conhecida revista IstoÉ trouxe, esta semana, em sua matéria principal a nova aposta do sistema: Joaquim Benedito Barbosa Gomes. A bola da vez, o candidato “novidade”, a poesia encarnada no homem que poderá – como já foi dito – “deter o crescimento da extrema-direita”, numa alusão direta, obviamente, à enorme popularidade do candidato Jair Bolsonaro.

Na mesma semana, pesquisas de intenção de voto foram apresentadas e, nelas, Joaquim Barbosa aparece com uma pontuação surpreendente: e, sem anúncio oficial da candidatura, sem ter iniciado campanha e sem cabos eleitorais de peso, o homem já ameaça vencer o vindouro pleito.

Por outro lado, no mesmo período, a “isenta” revista Veja aponta a “fragilidade” da campanha do líder das pesquisas, que segundo ela, é concentrada nas redes sociais e feita por “robôs”. Usam todas as estratégias para tentar desmerecer e subestimar o apoio espontâneo do candidato.

Começaram pelo assassinato de reputação, passaram para as conhecidas fake news e agora partiram para suposições delirantes de quem não tem muita alternativa na empreitada: destruir a inegável popularidade do candidato junto ao seu – cada vez mais – fiel eleitorado.

Resta saber se os métodos usados pela nossa zelosa imprensa, no sentido de “alertar e informar” eleitores, também serão usados para com o senhor Barbosa. Por ora, o queridinho da mídia, após o fracasso na apresentação de diversos candidatos de laboratório.

Começando, por exemplo, com a história nebulosa que foi esta semana, novamente, divulgada por uma conhecida jornalista onde ela reafirma a notícia de que Joaquim Barbosa realmente já agrediu sua ex-esposa (vídeo abaixo).

Depois, poderiam fazer o mesmo que fizeram com o candidato Bolsonaro com relação ao “auxílio moradia”. O ex-capitão do Exército foi seletivamente execrado por fazer uso de tal benefício legal – como se o mesmo não fosse um direito – direito, inclusive, que merece ser amplamente discutido, pois tais benesses precisam ser revistas nos Três Poderes da República.

A discussão não é essa, mas sim o uso político deste recebimento para desqualificar moralmente os desafetos ideológicos da mídia, como se apenas eles recebessem o discutível, porém não ilegal, auxílio estatal.

Barbosa recebeu mais de R$ 580 mil em auxílios diversos e que, provavelmente, serão ignorados para beneficiar o perfeito candidato da “conciliação e do centro” ( link ). Se Bolsonaro, como exaustivamente repetiram, “não teve ética” ao receber um auxílio, logo, Barbosa também não. Apenas por uma questão de justiça e não uso da seletividade camarada.

Caso a imprensa utilize a mesma régua e os mesmos métodos para narrar e classificar candidaturas já existentes, a do senhor Barbosa não passará de 24 horas após seu anúncio oficial. Entretanto, o socialista é um dos seus. Será protegido pela máquina propagandista do sistema que arruinou o Brasil.

Contaremos, portanto, apenas com a ajuda de robôs (como esse que vos escreve) para esclarecer o maior número de pessoas sobre a perigosa encrenca que tentam nos vender como bela solução. Barbosa é mais do mesmo e ainda bem pior.

Ademais, será o duelo do século no país: os robôs de Jair Bolsonaro contra as “fidedignas” urnas eletrônicas – que Joaquim Barbosa declarou não justificarem “desconfiança alguma por parte do eleitor”.

Será a luta dos robôs de aeroportos nacionais contra a mídia tendenciosa que fará vista grossa para as posturas autoritárias do candidato, aquelas carregadas com o ressaibo do atraso ideológico que é o socialismo. Será o desafio do século em que tentarão apresentar Barbosa como um ícone da ética e da democracia.

Enfim, será o primeiro caso da história onde milhões de “robôs malucos” sentirão náuseas.

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