A imprensa brasileira teima em não aprender com seus erros, repetindo-os reiteradamente. Ela estufa o peito para negar uma gritante realidade. Fechou-se na bolha hermética do negacionismo para manter-se fiel, coerente à sua descarada militância. Seus olhos fingem não enxergar o que acontece a um palmo do seu nariz.

Ela alterna entre duas táticas principais: desmerecer a maioria dos brasileiros e criar ficções mirabolantes em torno do momento político atual, que vai de uma ditadura neonazi-fascista até a volta da inquisição. Não se trata, propriamente, de teimosia ou de ignorância, é a velha arrogância dos desonestos intelectuais misturada com a profunda aversão estética que nutre pelo povo conservador brasileiro.

O quarto poder (a imprensa) foi substituído pelo genuíno poder das redes sociais. Não é mais possível manter uma narrativa capenga – divorciada dos fatos – diante de informações sem filtro (vindas de gente comum) e imagens em tempo real – que desmentem narrativas de forma impiedosa por meio do uso de um reles telefone celular. Todavia, ignoram esse fenômeno, parecem não aceitar a nova realidade e suas inconfundíveis implicações.

Pela primeira vez, no país, o povo – sim, O POVO, essa desprezada entidade inexistente nos planos dos agentes políticos, tomou para si as rédeas de seu futuro: e doa a quem doer. O povo tornou-se protagonista da democracia brasileira. A retórica vazia de representatividade, outrora quase inexistente, deu lugar ao coro de vozes pertencentes a milhões de pessoas comuns nas redes sociais e nas ruas.

As lições de maturidade política que estamos acompanhando deixam claro que nossa democracia avançou, mudou substancialmente. Trocou o servilismo bovino para inaugurar um período de atuação vibrante, sem truculência, sem sindicalismo ou partidarismo, radicalismo ou incivilidade, o que, por si só, inaugura uma nova era da política brasileira. Surgiu um movimento espontâneo e orgânico capaz de mobilizar multidões de patriotas em nome de bandeiras importantíssimas para o desenvolvimento do Brasil. Gente de norte a sul que está disposta a exigir o cumprimento das promessas eleitorais. Gente que não mais aceitará ser passada para trás, ser lembrada daqui a quatro anos quando estiver diante de uma cédula eleitoral.

Recordo-me como se fosse ontem: em 2017, já escrevia sobre a possível vitória de Jair Bolsonaro. Era ridicularizada e xingada ao mesmo tempo. Fui, pouco a pouco, percebendo como o Brasil libertava-se da ditadura imposta pelo politicamente correto e sua inversão de valores. Houve uma mudança de rumo sociocultural que foi erronea e forçosamente interpretada por “especialistas e analistas”. O equívoco deliberado, agora, se faz repetir.

Mais uma vez, os mesmos, que lá atrás menosprezaram os desejos do povo brasileiro, insistem em nos convencerem de que nossos olhos não estão enxergando aquilo que vemos: a transformação na forma de se fazer política. Insistem em continuar desmerecendo brasileiros comuns. Os chamados “radicais, fanáticos, membros de seita” são pessoas que não se envergonham mais de mostrarem que são conservadores.

O “progressismo” cansou, esgotou e ficará restrito aos seus conhecidos redutos e criadouros. Sim, há lugar para ele em uma democracia e ninguém quer cassar-lhe a voz! Continuem esperneando, gritando e mostrando ao Brasil tudo aquilo que ele não quer mais.

Jair Bolsonaro, na sua simplicidade e memorável coragem, deu voz ao brasileiro comum, que somente quer trabalhar, ser livre da escravidão burocrática estatal e ter segurança. O povo cansou de suportar aquilo que jamais o representou – pelo contrário -, que provoca nele repulsa pelo fracasso que representa e pelo estabelecimento da loucura coletiva como verdade inquestionável. Assim, de forma nada tímida, o Brasil perdeu a vergonha de mostrar que é conservador, que tem valores sim e que nada fará com que ele, povo, desista dessa mudança pacífica, contínua e sem ceder ao medo e à vergonha de ser tachado de “extremista, fascista, miliciano digital ou seguidor de seita”.

Aliás, a intimidação provoca apenas um efeito: o desejo de continuar ignorando aqueles que jogaram o país no buraco negro do esquerdismo, e, que agora milhões e milhões de patriotas estão içando para fora, como num cabo de guerra em que mãos calejadas aguentam toda a pressão e a força contrária para, ao final, soltarem o grito da vitória.

Não será fácil, mas estão no caminho certo e sem previsão de tomada de atalhos.

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