Mensalinho do Twitter: como o PT comprou uma rede de influenciadores para falar bem do partido

Descobriram um megaesquema digital fraudulento arquitetado pelo PT
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Adepta a todo tipo de falcatrua para se manter no poder, a facção criminosa que também atende pelo nome de Partido dos Trabalhadores, através de “agências de marketing político” vinha contratando ‘cybermortadelas’. O método utilizado era da mesma cepa do Mensalão e do Petrolão: pagamento espúrio para enganar o povo brasileiro. Assim, empresas de “marketing” remuneravam – com caixa dois – um número considerável de enganadores, digo, influenciadores digitais para atuarem no Twitter. A patota contratada tinha que promover petistas escolhidos pela contratante, e, para tal recebia um pixuleco digital de R$ 1500 a R$ 2.000, por tuítes diários, enaltecendo o legado e elogiando políticos petistas em fim de carreira. Obviamente, as referidas “contratações” eram informais e eram feitas com recursos não declarados junto ao TRE ou TSE, como de praxe da caterva petista. A esquadra digital petista comprometia-se a postar o conteúdo positivo que lhe era enviado e ainda a tecer loas para gente da estirpe de Gleisi Hoffmann, Luis Marinho e Wellington Dias ( governador do Piauí, em campanha para reeleição). A tramoia além de moralmente inaceitável é, segundo a lei eleitoral brasileira, uma prática criminosa que pode anular a candidatura/eleição dos beneficiados com o cambalacho digital. Até agora, a imprensa mostra-se tímida para reportar o escândalo do Twitter. Que, inclusive, não deve ser único e pode ter ocorrido também em outras redes sociais – como o Facebook, por exemplo. É inacreditável como o PT e seus quadrilheiros gostam de comprar opiniões, votos, políticos, etc. Nunca antes na “história defffe paiffff” um partido foi tão corrupto e tão prejudicial ao Brasil. O PT não vive sem fazer uso da máxima enganação e da corrupção, sejam elas através de mortadela, pixuleco, cybermortadela ou bilhões. Vamos aguardar para saber se a contratação do exército dos embusteiros ficou só nos cybermortadelas do Twitter. Provavelmente, não.
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Postado por Claudia Wild

Advogada, Colunista do Portal Hora Extra e a Reunião. Correspondente Timelinews na Alemanha.

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