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Direitos LGBT e a Deficientes são mantidos em Ministério

A simples omissão nominal das categorias gerou controvérsias, na edição da MP-870

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Para acabar com a polêmica e desmentir fake news divulgada nos últimos dias, o decreto publicado por Jair Bolsonaro (PSL), não modificou a estrutura de proteção à população lgbt e muito menos dos deficientes físicos, no ministério da mulher, família e direitos humanos.

A única mudança ocorrida é a da secretaria a qual essa diretoria estará submetida e mudança na sigla que antes, SNC ( Secretaria Nacional da Cidadania), agora passará a ser denominada SPG ( Secretaria de Proteção Global).

A polêmica veio à tona, simplesmente porque a MP870 não citava nominalmente gays, lésbicas, travestis, transexuais e bissexuais, bem como outros setores onde a secretaria atua.

Damares Alves acalmou os ânimos ao declarar à imprensa, que nada foi alterado na secretaria além do nome, e que as propostas de proteção continuarão ativas. A reunião da ministra dos direitos humanos com os representantes das classes, aconteceu durante o período de transição, no dia (20/12/18).

A mesma situação ocorreu em relação ao ministério da educação, onde Ricardo Vélez Rodrigues, com o fim do Secadi, que cuidava também da educação para pessoas com deficiência, foi amplamente divulgado como contraditório, frente às promessas do discurso em libras realizado pela 1ª Dama Michelle Bolsonaro no dia da posse do Presidente.

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