Claudia Wild

A demonização de Trump e as “fake news” da mídia tradicional

Na última semana, dois fatos ganharam as manchetes e o debate na imprensa mundial: a saída dos Estados Unidos do embuste chamado Conselho de Direitos Humanos da ONU, e as notícias falsas envolvendo crianças latino-americanas que tentam entrar ilegalmente nos Estados Unidos, juntamente com seus pais ou traficantes humanos.

Nos dois casos, o que se viu foi a máxima hipocrisia, abundância de mentiras e a conhecida seletividade da mídia camarada. Foi de causar engulhos a enorme sonegação de dados e informações pregressas sobre as duas situações envolvendo as ações do presidente Donald Trump.

Para quem não sabe, o badalado Conselho de Direitos Humanos da ONU nada mais é do que um dos tentáculos da desmoralizada entidade, que tem duas atribuições básicas: condenar Israel por defender-se de terroristas islâmicos e grassar as conhecidas bandeiras globalistas, estas travestidas de importantes causas “humanitárias e fundamentais à vida”. A entidade trabalha com o nítido objetivo de enfraquecer o mundo ocidental democrático, seus valores e seus pilares judaico-cristãos.

O renomado e “benevolente” órgão é composto por países que são contumazes violadores dos mais comezinhos direitos humanos que dizem representar. Conselho representado por ditaduras e teocracias atrozes. Nações onde palavras como respeito à dignidade humana são, na prática, inexistentes.

Assim, Arábia Saudita – país teocrático que em pleno 2018 adota a misoginia e todo tipo de discriminação existente como políticas de Estado; Venezuela – paraíso bolivariano governado por um genocida que prende ou mata seus cidadãos por uma simples divergência de visão política, lugar em que milhares de crianças morrem por ano em virtude da fome ou falta de remédio; China – paraíso do comunismo repaginado que controla todos os passos de seus cidadãos, país que só admite a existência de um partido: o Partido Comunista; Cuba – a ilha presídio-favela dos irmãos Castro, que dispensa mais comentários sobre o quesito “direitos humanos”, posto que está há mais de meio século matando, oprimindo e torturando o seu povo em um regime cruel e sanguinário. Além dos citados países, compõem ainda o referido órgão outras teocracias islâmicas que não dão a mínima importância para os direitos humanos, como Qatar, Emirados Árabes, Iraque e os miseráveis Burundi e Bangladesh.

Como podem observar, só pela composição de seus membros, esse Conselho de Direitos Humanos não passa de uma farsa maquiavélica, um chiste macabro que, hoje, basicamente, só faz condenar a única democracia do Oriente Médio: Israel.

A saída dos Estados Unidos foi absolutamente correta. Qualquer democracia decente que preze pela seriedade na defesa de valores, direitos – e condene suas abomináveis violações -, ou ainda faça questão da observação da mínima honestidade intelectual nas relações internacionais e seus verdadeiros objetivos, deveria, impreterivelmente, seguir o mesmo caminho dos americanos.

Quanto ao caso das crianças latinas separadas dos seus pais irresponsáveis e criminosos, que, mesmo sabendo da existência de um acordo entre a justiça americana e o governo do então presidente Bill Clinton (em 1997), que previa a separação de adultos e crianças, caso flagrados ilegalmente nas fronteiras americanas, estes insistiam em imigrar de forma clandestina. Pais que nunca pensaram na segurança dos seus filhos, ou em um eventual desmembramento familiar.

Todavia, o que se viu foi um festival de mentiras e da velha seletividade midiática. A seletividade movida apenas pela hipocrisia da ideologia das nossas intrépidas e indignadas carpideiras. Seres bondosos que dizem sempre se preocupar com o bem-estar das crianças e dos menos favorecidos, mas que ignoram solenemente o que acontece com as crianças venezuelanas e norte-coreanas, por exemplo.

Foi de fácil constatação que a maioria das imagens usadas para comover o mundo, manipulando a opinião pública contra o nefasto governo do “anticristo nazista” Donald Trump, eram, na verdade, imagens antigas da Era Barack Obama: “O Pacifista”, o homem que recebeu o Nobel da Paz sem ter feito absolutamente nada por merecê-lo, ao contrário.

A disseminação de notícias fraudulentas sobre o tema, as chamadas “fake news”, foi tão descarada, que vários jornais da imprensa internacional se viram obrigados a fazer a correção do terrível lapso “não intencional”, obviamente, acerca da enxurrada de informações enganosas jogadas na mídia.

O que só foi possível em razão das redes sociais, que se viram inundadas com informações verdadeiras, e que, portanto, desmentiam nossos zelosos e humanistas jornalistas – que inclusive nunca noticiaram uma linha sequer sobre tal procedimento, quando ele vinha sendo rigorosamente cumprido pelo fofíssimo Barack Obama.

O que o presidente americano fez foi pôr fim à separação dos familiares que era prevista em um velho protocolo. A prática não foi “inventada” por Donald Trump, que mais uma vez reparou, de forma equilibrada, aquilo que seus antecessores não tiveram coragem de enfrentar.

Na busca pelo poder ou sua manutenção a qualquer custo, na guerra ideológica promovida pelos marxistas, a verdade sempre foi a primeira vítima. E, provavelmente, sempre será.

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Advogada, Colunista do Portal Hora Extra e a Reunião. Correspondente Timelinews na Alemanha.

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