Após o terrível crime ocorrido na cidade de Brumadinho, o primeiro-ministro israelense ofereceu ajuda ao Brasil, o que foi de pronto aceito pelo presidente Jair Bolsonaro.

Poucas horas depois do acerto entre os dois líderes, aterrissava em Belo horizonte, Minas Gerais, uma equipe de militares socorristas do IDF ( Israel Defense Forces ) composta por mais de 130 profissionais, dentre eles os melhores especialistas do mundo em catástrofes e de posse de um moderníssimo equipamento capaz de ajudar nas buscas de sobreviventes e identificação de prováveis vítimas fatais da tragédia.

A equipe, generosamente, enviada pelo governo de Benjamin Netanyahu, chegou ao Brasil rapidamente. Na segunda-feira, estavam a postos em Brumadinho – e conforme as declarações do Corpo de Bombeiros de Minas Gerais e demais envolvidos – os trabalhos com os israelenses foram de extrema proficuidade já que puderam, com notável rapidez, identificar vítimas no local.

Não demorou muito tempo, e começaram pulular nas redes sociais e na imprensa em geral, informações dando conta que o equipamento trazido pelo grupo de israelenses não seria aproveitável ao caso de Brumadinho. A mentira foi publicamente negada pelos participantes da operação. O porta-voz do Corpo de Bombeiros da PM-MG, tenente Pedro Aihara, veementemente atestou que o trabalho desenvolvido juntamente com os israelenses fluía de forma positiva, seus equipamentos eram extremamente úteis e estavam alcançando resultados excelentes diante das dificuldades enfrentadas na área devastada e de dificílimo acesso.

Concomitantemente, viu-se um verdadeiro show de horrores e do velho antissemitismo explícito, protagonizado, sobretudo, por representantes da “humanista e bondosa” esquerda brasileira e seus fiéis camaradas. Parte expressiva do decadente estrelato da política nacional, como o ex-senador Roberto Requião, começou a reproduzir as mais estapafúrdias teorias, execrando a presença dos militares estrangeiros. O paranaense Requião chegou a declarar que a intenção dos israelenses não seria humanitária, mas sim uma ação planejada para “uma futura invasão à Venezuela”, chamando os militares israelenses de ‘assaltantes’ e classificando a generosa ajuda de Israel como “desnecessária”. Para nossa pouca surpresa, o delírio de Roberto Requião não foi o único. Inúmeros insensíveis energúmenos manifestaram – movidos pelo ódio a Israel e seu povo – a supremacia de suas ignorâncias a fim de justificarem a despretensiosa presença israelense.

Cumpre ressaltar que, Israel, um país conhecido por sua tecnologia ímpar e inúmeras missões filantrópicas no mundo, ofereceu socorro humanitário ao Brasil em momento de difícil conjuntura, gastando milhões de dólares, apenas e somente para ajudar nosso povo e colocar à disposição do nosso país o que existe de mais avançado àquela situação de verdadeira catástrofe. Até mesmo as despesas com as refeições dos militares socorristas ficaram a cargo de uma entidade judaica de Belo Horizonte, o “Beit Chabad” – entidade religiosa e filantrópica que se encarregou de oferecer alimentação aos israelenses. Ou seja, nem com isso o Brasil gastou.

A missão israelense foi exitosa, sua ajuda foi espetacular e deixou todos os envolvidos encantados com os israelenses.

Esta que vos escreve, resolveu investigar por conta própria e entrou em contato com integrantes da Polícia Militar de Minas Gerais (gloriosa instituição ao qual trabalhou como advogada por longos anos ) e as informações foram uníssonas no sentido de atestar o esperado sucesso.

Ainda, segundo informações de um brasileiro que acompanhou todo o trabalho da equipe do IDF, desde sua chegada até embarque de retorno, tudo se deu da forma mais harmoniosa possível – com as dificuldades iniciais inerentes à comunicação em outro idioma e à metodologia de trabalho – e nada além disso. Israelenses e brasileiros dividiram experiências, ferramentas e até comida. Segundo fui informada, foram enormes a camaradagem e o entrosamento entre as variadas equipes envolvidas no exaustivo trabalho em Brumadinho.

Fontes fidedignas disseram que a previsão do término da missão dos socorristas do IDF estava programada para o dia de hoje (sexta- feira, 01.02.2018), e que, no entanto, ela foi antecipada, pois o objetivo foi alcançado e não haveria mais necessidade de permanecer, e não devido ao “mal-estar generalizado”, maldosamente noticiado pelo jornal mineiro Hoje em Dia e outros jornais nacionais.

Assim sendo, o que foi noticiado pela imprensa brasileira quanto à suposta ‘inutilidade’ dos modernos equipamentos israelenses serve também para a informação quanto à antecipação das 24 horas do retorno dos socorristas do IDF: FAKE NEWS.

O Brasil só tem a agradecer!

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